Ferramentas de infraestrutura
Calculadoras que uso no dia a dia
Duas contas que faço o tempo todo ao dimensionar storage. Tudo roda no seu navegador — nada é enviado para lugar nenhum.
Conversor de bytes e bits
Digite em qualquer campo — os outros se atualizam na hora. Decimal (kB) e binário (KiB) lado a lado, que é justamente onde mora a confusão.
Decimal — base 1000
Binário — base 1024
Por que seu disco de 1 TB aparece como 931 GB
O fabricante vende em decimal: 1 TB = 1.000.000.000.000 bytes. O sistema operacional normalmente conta em binário: 1 TiB = 1.099.511.627.776 bytes. O disco não encolheu — os dois lados estão usando unidades diferentes. O Windows piora a situação ao rotular valores binários como "GB" quando na verdade são GiB.
Dimensionamento Ceph: replicação vs erasure coding
Monte seu cluster e veja quanto sobra de espaço útil, quanto dá para perder e a partir de onde o I/O para.
Assistente
Diga o que importa mais e eu preencho o resto.
falhas simultâneas
Otimizar para
Cluster
O domínio de falha é o que o CRUSH trata como ponto único de falha. Com host, duas cópias do mesmo objeto nunca caem no mesmo nó — é isso que protege você quando um servidor inteiro cai. Com OSD, elas podem cair juntas, e perder um nó leva vários chunks embora.
Proteção
As três opções para o seu cluster
Mesmo hardware, três trocas diferentes. Clique em qualquer linha para aplicar.
Eficiência e capacidade são a mesma conta: capacidade = bruto × eficiência. Com o hardware travado, o que aumenta uma aumenta a outra. O que muda de verdade entre estas opções é o que você abre mão — latência, ou a garantia de que a escrita nunca para.
Sugestão aplicada
Capacidade
O que você pode perder
Verificação da configuração
Notas de performance
Melhor cenário para performance
Para virtualização e banco de dados: replicação size=3, domínio de falha host, no mínimo 4 nós, NVMe para DB/WAL. Para capacidade e vazão sequencial: erasure coding com k+m cabendo na sua contagem de nós mais um sobrando, com redes cluster e public separadas em 10/25GbE.
Dicas
- Domínio de falha host é melhor que OSD. Com OSD, o CRUSH pode colocar dois chunks do mesmo objeto no mesmo servidor — perder esse nó leva os dois juntos. Só use OSD em laboratório de nó único.
- Nunca rode com min_size=1. Isso deixa o Ceph gravar mantendo uma única cópia; mais uma falha durante a recuperação e o dado se foi. Mantenha min_size em 2 ou mais.
- Deixe um domínio sobrando. Com exatamente k+m nós o Ceph não consegue reconstruir até o hardware voltar. Um nó a mais transforma uma emergência de fim de semana numa tarefa de segunda-feira.
- Erasure coding não é para escrita aleatória pequena. Cada alteração toca k+m OSDs e recalcula paridade. Ótimo para backup, mídia e arquivo; sofrido para disco de VM.
- Planeje para 85%% de ocupação, não 95%%. O Ceph precisa de espaço livre para rebalancear depois de uma falha. Cluster cheio não tem como se curar sozinho.
- k maior não sai de graça. k=10 guarda mais por disco, mas cada leitura toca 10 OSDs e a recuperação lê a faixa inteira. Entre 4 e 8 fica o ponto de equilíbrio da maioria dos clusters.